Noticianahora.com.br

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

Com a oposição dividida, os argentinos devem reeleger Cristina Kirchner no domingo

22/10/2011 - [12h:00m] - Internacional      Diminuir Aumentar

Buenos Aires - Os 29 milhões de eleitores argentinos irão as urnas, amanhã (23), com duas certezas: a presidenta Cristina Kirchner será reeleita para um segundo mandato de quatro anos e a oposição, fragmentada, saíra do pleito ainda mais debilitada. É o que indicam todas as pesquisas de opinião e é o que pensam, também, os aliados do governo e da oposição.

A verdadeira disputa será pelo segundo lugar e pela conquista de espaço no Congresso argentino. No domingo, os argentinos também escolherão 130 dos 257 deputados federais e 24 dos 72 senadores, além de governadores, prefeitos e deputados estaduais. "A presidenta pode conseguir maioria no Congresso, mas não necessariamente terá maioria própria", disse, em entrevista a Agência Brasil, o analista político Hector Stupenengo.

A confiança dos argentinos sobre o desfecho das eleições de domingo não depende apenas das pesquisas de opinião. O verdadeiro teste foi em agosto passado, nas primeiras prévias da Argentina. Pela nova lei, os partidos já não decidem sozinhos quem vão lançar como candidatos à Presidência. Agora, são obrigados a submeter suas opções ao eleitorado, que escolhe quem representará a agremiação. Como todos os partidos apresentaram um único candidato, as prévias viraram um plebiscito. A vitoriosa foi, com folga, Cristina Kirchner, que obteve metade dos votos do eleitorado (mais que a soma dos três candidatos mais votados da oposição).

Desde então, a popularidade da presidenta tem aumentado, segundo as pesquisas de opinião. Resta saber quem será o segundo colocado. O único político que parece ter conquistado mais eleitores, desde agosto, é o governador de Santa Fé, Hermes Binner - candidato do Partido Socialista e desconhecido nacionalmente. Tudo indica que ele vai ultrapassar os dois candidatos mais fortes da oposição: Ricardo Alfonsin (filho do ex-presidente Raul Alfonsin) e o ex-presidente Eduardo Duhalde. Em agosto, os dois praticamente empataram nas prévias, com 12% de votos.

Fonte: Mônica Yanakiew - EBC na Argentina

Imprimir Página

Enviar comentário

Comentários Facebook

 

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

 
  • Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

    Get Adobe Flash player

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player


Este site não se responsabiliza pelo conteúdo de terceiros citados aqui. A opinião dos colaboradores e dos leitores não necessariamente representa a opinião do Notícia na Hora. Os direitos de veiculação de artigos aqui publicados pertencem aos seus respectivos autores e nossos colaboradores.
A divulgação é permitida desde que citados os créditos.