Brasília – O jornalista Nelson Breve tomou posse hoje (9) como diretor-presidente da Empresa Brasil de Comunicação(EBC). A nomeação, por um período de quatro anos, foi publicada no dia 1º de novembro no Diário Oficial da União. Breve assumiu o cargo em substituição à jornalista Tereza Cruvinel, que presidiu a empresa de 2007 a 2011. Na mesma solenidade, o jornalista Eduardo Castro tomou posse como diretor-geral da EBC.
Participaram da cerimônia as ministras Helena Chagas, da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República, Tereza Campello, do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, e Ana de Hollanda, da Cultura, além do ex-ministro da Secom Franklin Martins, da presidenta do Conselho Curador da EBC, Ima Célia Vieira, e de representantes de diversos meios de comunicação.
Em discurso, Nelson Breve classificou de “esforço monumental” a tarefa de erguer, nos últimos quatro anos, uma rede nacional de comunicação pública composta por mais de 700 emissoras e presente em 22 estados e no Distrito Federal. Ele destacou os investimentos feitos na modernização de equipamentos, a renovação da grade da TV Brasil e os prêmios de jornalismo conquistados pelas diversas mídias da empresa.
“Todos esses investimentos permitiram avançar em boa parte do caminho para cumprir a missão de levar o melhor conteúdo, com o melhor sinal, ao maior público”, disse Breve. “Eu me sinto herdeiro dessa luta e peço a Deus para estar à altura desse desafio”, completou. Para ele, o novo cargo representa crescimento profissional e também de valores e princípios.
Como desafios para o próximo quadriênio, Breve destacou a elaboração de um planejamento estratégico, a profissionalização dos serviços prestados pela empresa, por meio da capacitação de funcionários, e a conquista de maior adesão do público às mídias. Ele lembrou ainda a importância de se adquirir independência financeira para a empresa.
“A EBC precisa ter uma gestão profissional, que valorize o esforço, mas que considere os resultados”, ressaltou. “Precisamos conviver com a pluralidade. Temos a obrigação de buscar a eliminação dos preconceitos – nossos e da sociedade”, acrescentou.
A ministra Helena Chagas, que integrou a primeira diretoria da empresa, avaliou que o projeto de comunicação pública proposto pela EBC representa um momento importante de consolidação da democracia no Brasil. Ela definiu a empresa como uma instituição do Estado a serviço da sociedade e uma demonstração de espírito público e de apreço à democracia.
Durante a cerimônia, Helena lembrou que a TV Brasil já é retransmitida em 69 países e destacou a recente conquista do Prêmio Nacional Jornalista Abdias Nascimento pela Agência Brasil, com a publicação de uma série especial de matérias sobre o Dia da Consciência Negra. “É um mercado para a produção independente que não havia antes, um espaço para a cidadania, um espelho onde os diversos Brasil podem se reconhecer”, disse a ministra.
A presidenta do Conselho Curador da EBC, Ima Célia Vieira, classificou a posse de Nelson Breve e a perspectiva dos próximos quatro anos de mandato como uma data especial para a comunicação pública. A empresa, segundo ela, foi instituída com o objetivo de suprir “uma imensa lacuna na democracia brasileira”.
“A democracia não se faz apenas com o voto, mas com a garantia da liberdade de expressão”, ressaltou. “Tenho certeza de que grandes conquistas virão no próximo quadriênio, que colocarão a EBC em um patamar mais elevado”, disse Ima.
Fonte: Agência Brasil
Artigos
Até que enfim é juridicamente possível empreender sozinho - Por Edson Antônio Sousa Pinto
Problerma no trânsito ou trânsinto problema - Por Anderson Maciel
Economia do Trabalho, Social e Comunitária - Por: Marcus Eduardo de Oliveira
Brasil perde a condição de república - Por João Serra Cipriano*
Destaques Políticos
Política
O Congresso demonstrou firmeza contra o trabalho escravo, comemora João Arruda
Política
Política
Política
Desembargador Aniceto recebe titulo de cidadão honorário do Paraná
Política
Colunistas
Luiz Flávio Gomes
Miopia dos juristas: a calamidade prisional é uma questão política, não jurídica.
Luciano Pires
Bruno Peron
Soeli de Oliveira
André Marques
Pedro Cardoso
Marcus Eduardo de Oliveira
Odilon Medeiros
Aparecida M. da Silva
Editorias
Colunistas
Notícia na Hora
Editor Chefe